Investimento publicitário cresce 5,7% na América Latina e agências brasileiras miram novos mercados

Seguindo a tendência dos últimos anos, a América Latina foi a região que apresentou a maior taxa de crescimento (5,7%) em investimento publicitário no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior, mantendo a posição de liderança do ranking mundial Global AdView Pulse. Os dados sobre Brasil e Argentina foram fornecidos pelo IBOPE Media, que cooperou com o estudo realizado pela Nielsen.

Ainda de acordo com o Global AdView Pulse, os destaques do investimento publicitário mundial foram os setores de “Saúde” e “Canais de distribuição”, que apresentaram crescimento de 4% e 3,6%, respectivamente. Os gastos globais em publicidade, no entanto, diminuíram 1,6% no período. Os mercados do Oriente Médio e África (3,5%) e Europa (1,7%) apresentaram um crescimento bem inferior ao registrado pela América Latina, enquanto a região Ásia-Pacífico (-1,7%) e a América do Norte (-4,8%) fecharam o trimestre com queda nos investimentos.

Pensando em expandir suas atividades, muitas agências estão de olho neste mercado e tornando sua atuação multifronteira e multitarefa – ou seja, além de atuar no Brasil, fazem campanhas internacionais e nas mais diversas áreas. Um exemplo disso é a Marketing SIM (www.marketingsim.com.br), uma agência de soluções integradas de marketing que tem olhado com atenção para outros mercados da América Latina e até América do Norte. Atualmente a agência já atende a Level Group, no Peru, e também já realizou trabalhos para venda de imóvel em Miami direcionado a potenciais compradores no mercado latino americano. A Marketing SIM trabalha com clientes em diversos mercados como imobiliário, náutico, jurídico, indústrias e varejo.

Bruno Lessa, diretor da agência, recentemente voltou de uma breve viagem pela América Latina onde aproveitou a oportunidade para conhecer a cultura dos países vizinhos e visitar o cliente Level Group. O empresário ressalta a importância da diversificação da atuação das agências para chegar ao topo. Segundo ele, “com a estagnação da economia brasileira, as empresas precisam desbravar novos mercados, e neste ponto temos visto grandes oportunidades em nossos vizinhos da América Latina”.